24 janeiro 2005

ANITA GUERREIRO ( Zulmira )

Fadista, assim se estreou no velho Café Luso, entra para o Teatro de Revista com a bem conhecida "O Zé Aperta o Laço" e seguem-se 40 anos de grande êxito.

Nascimento: 13 de Novembro de 1936, em Lisboa
Signo: Escorpião
Nacionalidade: Portuguesa
Estado Civil: Casada
Cor de Olhos: Castanhos
Cor do Cabelo: Castanho
Altura: 169
Peso: 94
Sapatos: 40

PREFERÊNCIAS
Filme: A Rua do Delfim Verde
Actor: Rui de Carvalho
Actriz: Eunice Muñoz
Música: Portuguesa
Estilista: João Rolo
Modelo: Sofia Aparício
Pintor: Maluda
Cor: Azul
Viagem: Bermudas
Carro: Opel
Clube: Sporting

Fonte: Star.pt

A 8 de Dezembro de 1952 concorreu ao “Tribunal da Canção” no “Comboio das Seis e Meia”. Foi apurada mas Marques Vidal retirou-a da competição e fê-la estrear já como artista. Dois meses depois estreou-se no velho café Luso, como Fadista.
Fevereiro de 1955: Anita Guerreiro entra para o Teatro de Revista, em “O Zé Aperta o Laço”, no Maria Vitória. Seguiram-se cerca de 40 revistas de grande êxito: “Fonte Luminosa”, “Cidade Maravilhosa”, “Há Festa no Coliseu”, “Mulheres de Sonho”, “Festa é Festa”, “Curvas Perigosas”, “Pernas à Vela”, etc.
Em todas teve números de sucesso: "Festa é Festa", "Ai, Ai Lisboa", "Catavento", "Desilusão", "Fumo do meu cigarro", "Pescadores" e tantos, tantos outros. Na temporada de 1969/70, nas Revistas “Peço a Palavra” e “Prato do dia”, criou os seus maiores êxitos: "Cheira a Lisboa", "Fado da Sardinhada" e "Santo António Veio a Alfama". E recebeu, então, o Prémio Estevão Amarante para a Melhor Artista de Revista.
Anita Guerreiro tem feito excelentes discos, como a sua primeira gravação, nos anos 50, "Ti Anica", ou mais recentemente, criações como "Era um Marinheiro", "Chico Marujo de Alfama", "Lisboa Ribeirinha" e outras.
Voltou ao Teatro em 1982. No Variedades, em “Há... Mas são Verdes”, criou mais dois belíssimos números: Herminia em Lisboa e Calçadinha à Portuguesa.
Em África conquistou a Guitarra de Oiro dos prémios de interpretação e o prémio do fado. É de sempre a sua relação privilegiada com o Fado, chegando a ter o seu restaurante típico no Parque Mayer.
É claro que cantou em todo o território nacional. Fez longas temporadas no Canadá e EUA, e na Europa tem sido aplaudida por todas as comunidades lusíadas. Na canção como no fado, sempre subjugou o público com a sua voz e expressão, aquele poder de comunicação e a experiência de palco que lhe ficaram dos muitos quadros revisteiros em que provou ser, também, uma boa “característica”.
Regressada a Portugal depois de prolongada ausência, imediatamente se apresentou nos melhores programas de televisão. Entre o Faia, que a fixou no seu elenco, e as suas actuações um pouco por toda a parte, ainda pudemos ver Anita Guerreiro nas telenovelas "Roseira Brava", "Primeiro Amor", "Grande Aposta", "Olhos de Água" e "Nunca Digas Adeus".
Também participou em séries: "Casa em Fanicos" e "A Loja do Camilo". Recentemente integrou o elenco da série "Bons Vizinhos".

Fonte: NBP - Clube de Actores

Informação colocada em janeiro 24, 2005 08:21 PM